História do distrito de Viana do Castelo

 

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O Distrito de Viana do Castelo é um distrito 

português que pertence à província tradicional do Minho;

 

Está limitado a norte e leste por Espanha, a sul pelo Distrito de Braga e a oeste pelo Oceano Atlântico;

 

Tem uma área de 2 255 km² (o menor – décimo oitavo – distrito português) e uma população residente de 240 133 habitantes (2013);

 

A sede do distrito é a cidade com o mesmo nome. 

Apesar de não morar neste distrito, cheguei a comprar uma moradia no mesmo, mas acabei cancelando a compra, no

entanto por ser fazer divisa com Braga, estou sempre no mesmo, e conheço quase todo;

Gostaria de destacar 1) Viana do Castelo, que é muita linda, com sua Igreja de Santa Luzia, e outras belezas, 2) Também gostaria de destacar o concelho de Caminha, muito lindo mesmo, 3) Valença que faz divisa com Espanha, 4) Ponte Lima, um concelho charmoso e 5) Seria Monção e Melgaço, ambos também na divisa com Espanha.

Viana do Castelo                                                                       Monção                                                                                        Valença

Melgaço                                                                                     Ponte Lima                                                                                   Caminha

 

Concelho Arcos de Valdevez

Arcos de Valdevez é uma vila raiana portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e sub-região do Alto Minho, sede de um concelho com cerca de 22 000 habitantes;

O chamado Torneio de Arcos de Valdevez também conhecido por "Recontro de Valdevez", foi um importante e decisivo episódio da História de Portugal ligado aos primeiros tempos da nacionalidade, sendo o antecedente da celebração do Tratado de Zamora em 1143;

No ano de 1662, durante a Guerra da Restauração, a vila foi incendiada pelo general governador de armas de Castela D. Baltazar Rojas Pantoja, que estabeleceu o seu quartel-general no Paço de Giela, numa enérgica ofensiva sobre o Minho;

Arcos de Valdevez é sede de um município com 447,60 km² de área[1] e 22 847 habitantes (2011), subdividido em 36 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Monção, a nordeste por Melgaço, a leste pela Galiza, a sul por Ponte da Barca, a sudoeste e a oeste por Ponte de Lima e a oeste por Paredes de Coura;

O ponto mais alto do concelho situa-se na Pedrada, com a altitude de 1 416 metros, na Serra de Soajo.

Caminha

 

Na organização paroquial suévia do séc. V aparecem os topónimos "Camenae" ou "Camina". Quase todas as freguesias do concelho, mercê da sua situação geográfica, terão sido pontos fundamentais ao controlo do comércio dos metais que tinham de percorrer as águas do Rio Minho;

Em 1060 I. Magno de Leão designa Caminha como sede de um condado que denominou "Caput Mini" e cerca de meio século depois, Edereci localiza "um forte castelo em ilha a montante da foz do Minho" e outro "acima do precedente em terra firme e eminente". Isto mesmo se crê conformado nas Inquisitiones: "na colação de Sta. Maria de Caminha, em Vilarélio, se situa o velho castelo de Caminha" subordinado durante séculos à Sé de Tui. Somente a partir dos começos do séc. XVIII apareceram, nas chancelarias portuguesas, documentos de desafetação respeitantes a Caminha e povoações ribeirinhas do Minho, alguns do reinado de D. Afonso III, com notícias da edificação de mais uma torre (a do Sol), com sua porta;

Pela situação geográfica, Caminha era um ponto avançado na estratégia militar portuguesa na luta contra castelhanos e leoneses. D. Dinis mandou aumentar as muralhas e construir mais duas torres, elevando para treze o seu número (dez torres e três portas - a do Sol, a Nova e do Marques).

A 24 de julho de 1284, outorgou aos habitantes do concelho a primeira Carta Foral;

Em 1321, criado o concelho vizinho de Cerveira, foram incluídas neste algumas freguesias de Caminha. A vila conservou-se sempre na posse da Coroa até que, em 1 de junho de 1371, D. Fernando criou o Condado de Caminha, fazendo seu primeiro conde D. Álvaro Pires de Castro. D. João I doou-a, em 1390, a Fernão Martins Coutinho, concedendo-lhe também o privilégio de "povo franco". Esta medida desenvolveu extraordinariamente a vida marítima e o comércio locais, permitindo também o início da construção da majestosa Igreja Matriz, em 1428. A vila é nessa altura terra prometedora. Do seu porto partem barcos para diversas partes da Europa;

A 20 de julho de 1464, D. Afonso V fez senhor de Caminha a D. Henrique de Meneses, da Casa de Vila Real, nesta se conservando até 14 de maio de 1641.

Durante a 2ª Invasão francesa, em fevereiro de 1809, Caminha foi atacada pelas tropas do Marechal Soult;

 

A ajuda do povo às poucas tropas do tenente-coronel Champalimaud, impediu os franceses de entrar em Caminha. Uma defesa que constitui uma página brilhante de estratégia militar.

Melgaço

 
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